
Principais Dúvidas
1. Como funciona o primeiro atendimento?
O primeiro atendimento costuma ser via chamada e tem duração de até 30 minutos. Serve para conhecermos sua demanda, seu contexto e o que o trouxe até aqui. É um espaço para você contar sua história e para que eu apresente como trabalho, horários, valores e formas de atendimento. Juntos, definimos se faz sentido iniciar o processo terapêutico.
2. Qual é a frequência recomendada das sessões?
Em geral, as sessões são semanais, pois isso garante continuidade e profundidade no processo. Em casos específicos, podemos ajustar a frequência conforme a necessidade clínica e condições do paciente.
3. Quanto tempo dura o processo terapêutico?
Não existe um tempo fixo — depende dos seus objetivos, da complexidade da demanda e do ritmo de cada pessoa. Algumas pessoas procuram acompanhamento breve; outras seguem por períodos mais longos.
4. Psicoterapia online funciona?
Sim. Psicoterapia online é reconhecida pelo CFP, segura e eficaz. Ela permite acesso ao cuidado psicológico de forma flexível, com resultados comparáveis ao atendimento presencial.
5. O que é sigilo profissional?
Tudo o que você compartilha em sessão é protegido por sigilo, conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Informações só são compartilhadas com sua autorização ou quando há riscos graves previstos em lei. Sigilo também é garantido a crianças e adolescentes, tendo os responsáveis direito a acesso sobre objetivos de trabalho e retorno sobre seu desenvolvimento.
6. Atende adolescentes? Como funciona a participação da família?
Sim. No acompanhamento de adolescentes, realizo encontros periódicos com responsáveis para alinhamento, orientação parental e avaliação conjunta — sempre respeitando o sigilo e a autonomia do jovem.
7 Como faço para iniciar a psicoterapia?
Basta entrar em contato pelos meios disponíveis no site. Combinaremos um horário para a primeira sessão e, a partir dela, definiremos o melhor formato de acompanhamento.
8. Quanto tempo dura cada sessão?
A sessão dura cerca de 50 minutos. Em casos específicos — como atendimentos familiares — o tempo pode ser diferente (cerca de 90 minutos)
9. Atende convênios? Como funciona o reembolso?
Caso você possua convênio com política de reembolso, forneço recibo (Receita Saúde) para que solicite diretamente ao seu plano de saúde. Cada convênio tem regras próprias, por isso é importante consultar previamente.
10. Como sei que preciso de terapia?
Alguns sinais comuns são: sofrimento emocional persistente, dificuldades nos relacionamentos, ansiedade, sensação de estagnação, problemas no trabalho, crises existenciais ou vontade de se conhecer melhor. Mas não é preciso “estar mal” para buscar terapia — ela também é um espaço de crescimento.
Dúvidas sobre o atendimento de adolescentes
1. O adolescente tem direito a sigilo?
Aos adolescentes também é resguardado o direito de sigilo, assim como aos responsáveis acesso aos objetivos do acompanhamento e atualizações periódicas que resguardem a privacidade do adolescente. Sigilo pode ser revisto apenas em situações de comum-acordo, momentos em que o adolescente esteja se colocando ou colocando outros em risco e por solicitação judicial.
2. Psicólogo toma partido em caso de disputas de guarda?
Não. Ao psicólogo é vedada o papel de assistente técnico por orientação do Conselho Federal de Psicologia. No atendimento de adolescentes (e crianças), o objetivo é proteger o bem-estar emocional do jovem, ajudando-o a compreender e lidar melhor com seus sentimentos, relações e desafios. E isto pode envolver dialogar com pessoas em conflito para o melhor bem-estar do adolescente. A psicoterapia não tem como objetivo produzir provas, relatórios para processos ou defender posições em disputas.
3. O adolescente é obrigado a falar?
Não. O adolescente não é forçado a falar sobre nada. A terapia respeita o tempo, o ritmo e os limites de cada pessoa. O vínculo terapêutico é construído gradualmente, a partir da confiança. É comum na psicoterapia serem utilizados outros recursos para contribuir com a comunicação, como jogos, material gráfico, etc.
4. E se o adolescente não quiser fazer terapia?
A adesão é fundamental. Quando há resistência, o terapeuta pode realizar encontros iniciais para escuta e orientação, ajudando o adolescente a compreender o sentido do processo. A obrigatoriedade, por si só, costuma ser pouco eficaz. Psicoterapia e outras ações de cuidado e saúde não podem ser utilizadas como forma de coerção e controle.
5. O adolescente pode desistir da terapia?
Sim. O adolescente tem o direito de expressar o desejo de interromper o acompanhamento. Nesses casos, o ideal é que isso seja conversado em sessão, para que o processo seja encerrado de forma cuidadosa e ética.
6. Os pais ou responsáveis participam da terapia?
O foco do atendimento é o adolescente, mas os responsáveis podem ser incluídos em momentos específicos, como entrevistas iniciais, devolutivas ou orientações parentais, sempre respeitando o sigilo e a autonomia do processo terapêutico.
7. O psicólogo vai “educar” ou “corrigir” o adolescente?
Não. O papel do psicólogo não é disciplinar, julgar ou corrigir comportamentos, mas compreender o sentido deles, ajudar o adolescente a elaborar conflitos e construir formas mais saudáveis de lidar com suas emoções e relações.
8. A psicoterapia substitui o diálogo entre pais e filhos?
Não. A psicoterapia não substitui o diálogo familiar, mas pode favorecer que ele aconteça de forma mais saudável, respeitosa e compreensiva.
9. O terapeuta entra em contato com a escola?
Somente quando há necessidade clínica, com autorização dos responsáveis e, sempre que possível, do adolescente. O contato tem caráter técnico e visa o cuidado, não a vigilância ou exposição.
10. A psicoterapia sempre envolve diagnóstico?
Não necessariamente. O foco principal é o sofrimento e a experiência do adolescente. Quando um diagnóstico é pertinente, ele é utilizado como ferramenta clínica, e não como rótulo.
